...y el portugués brasileiro tan hermoso :)
Paciência
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para...
A vida não para...
Lenine
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1 de septiembre de 2011
6 de enero de 2010
Recorriendo los territorios musicales del idioma portugués, regreso mucho tiempo después a la Angola de Waldemar Bastos.
14 de agosto de 2009
Olhos de raio X
[Sin manos! Tengo capado youtube en el curro, así que no estoy seguro de que se pueda ver el vídeo, que por otra parte tampoco sé qué tal es, porque yo estoy escuchando la versión del directo para MTV...]
16 de junio de 2009
31 de marzo de 2009
De mais ninguém
Se ela me deixou a dor,
É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem...
É meu troféu, é o que restou
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia,
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.
Se ela me deixou a dor,
É minha só, não é de mais ninguém
Aos outros eu devolvo a dó
Eu tenho a minha dor
Se ela preferiu ficar sozinha,
Ou já tem um outro bem
Se ela me deixou,
A dor é minha,
A dor é de quem tem
mmmh...mmmh...
É o meu lençol, é o cobertor
É o que me aquece sem me dar calor
Se eu não tenho o meu amor,
Eu tenho a minha dor
A sala, o quarto,
A casa está vazia,
A cozinha, o corredor.
Se nos meus braços,
Ela não se aninha,
A dor é minha, a dor.
mmmh mmmh...
[Con un par: mi traducción sin saber apenas portugués, con ayuda de wordreference y bastante imaginación:
Si ella me dejó el dolor,
Es sólo mío, no es de nadie más
A los demás les devuelvo su compasión
Yo tengo mi dolor
Si ella prefirió estar sola
O ya tiene otro amor
Si ella me dejó
El dolor es mío,
El dolor es de quien lo tiene...
Es mi trofeo, es lo que quedó
Es lo que me consuela sin darme calor
Si no tengo mi amor,
Sí tengo mi dolor.
El salón, el cuarto,
La casa está vacía,
La cocina, el pasillo.
Si en mis brazos,
Ella no se refugia,
El dolor es mío, el dolor.
Si ella me dejó el dolor,
Es sólo mío, no es de nadie más
A los demás les devuelvo su compasión
Yo tengo mi dolor
Si ella prefirió estar sola
O ya tiene otro amor
Si ella me dejó
El dolor es mío,
El dolor es de quien lo tiene...
mmmh...mmmh...
Es mi sábana, la manta,
Lo que me acoge sin darme calor
Si no tengo mi amor,
Sí tengo mi dolor.
El salón, el cuarto,
La casa está vacía,
La cocina, el pasillo.
Si en mis brazos,
Ella no se refugia,
El dolor es mío, el dolor.
mmmh mmmh...]
La maravillosa Marisa Monte.
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